Em muitas carteiras repete-se o mesmo padrão: as notas ordenadas cuidadosamente da menor para a maior. Para alguns, é um costume sem importância, mas, segundo a psicologia, esse hábito pode ter várias interpretações relacionadas à personalidade e à forma de organizar a vida cotidiana. Ordenar as notas da menor para a maior valor é geralmente associado a pessoas organizadas, metódicas e com necessidade de controlo. Não se trata de uma obsessão, mas de uma preferência pela ordem que se transfere para diferentes aspetos da rotina diária.
Os especialistas explicam que a forma como uma pessoa lida com o seu dinheiro também reflete como ela estrutura o seu ambiente. A ordem visível costuma ser uma extensão da ordem mental. Entre os significados mais comuns aparecem:
- Gosto pela organização e previsibilidade.
- Necessidade de controlo e clareza, mesmo nos pequenos detalhes.
- Valorização da ordem visual, para reduzir o stress.
- Responsabilidade com a gestão do dinheiro.

Do ponto de vista da psicologia, não é nem bom nem mau. Organizar as notas pode ser simplesmente uma forma de se sentir confortável e tranquilo. Só se torna problemático se a necessidade de ordem gerar ansiedade ou interferir na vida quotidiana, algo pouco frequente neste tipo de hábitos. Na maioria dos casos, é um comportamento completamente normal. Ações simples como organizar a carteira refletem como cada pessoa se relaciona com o controlo, a ordem e a segurança. A psicologia sustenta que esses detalhes não definem alguém completamente, mas oferecem pistas interessantes sobre a sua forma de pensar e se organizar.

